Nos nomes dos rios, nas inscrições, nas narrativas familiares, nas figuras secundárias dos arquivos, nas histórias transmitidas e nas versões de nós que ficaram para trás.
O meu trabalho nasce desses vestígios.
Percorre lugares, mitos, arquivos, símbolos e fragmentos através da escrita, da fotografia, da cartografia, da pesquisa documental e do worldbuilding.
Esta prática surgiu antes de qualquer método. Partiu de mundos, figuras e narrativas já existentes e encontrou, mais tarde, na investigação artística, uma forma de reconhecer, estruturar e comunicar a arquitectura que os liga.