The Land of Serpents
O PROJETO
Ophiussa (terra das serpentes), era o nome que os antigos navegadores gregos e fenícios davam ao extremo ocidental da Península Ibérica. Um nome carregado de memória e de uma identidade que resistiu a milénios de esquecimento.
The Land of Serpents nasceu da vontade de escutar o que resistiu. Os mitos antigos, os lugares sagrados, os ecos de uma cultura ancestral que moldou esta paisagem e continua presente nos castros, nos rios, nas pedras, nas lendas e no imaginário coletivo do território.
É um projeto de mitogeografia e deep mapping. Um mapa simbólico de Ophiussa.
O QUE PODES ENCONTRAR
Arquivo Geomítico — Rexby Mais de trinta lugares documentados entre o Senhor da Pedra e a Pedra da Serpe. Castros, promontórios, santuários naturais e marcos simbólicos do noroeste ibérico.
Caminhos de Ophiussa Um guia de slow travel entre Ofir e Finisterra. Doze lugares escolhidos pela sua força natural, histórica e simbólica.
Cadernos Interpretativos Locais Instrumentos de leitura territorial em formato editorial sobre um lugar específico, combinando etimologia, estratigrafia, mitografia. Cada caderno é investigação de autor aplicada a um território concreto. Disponíveis para venda e para encomenda institucional.
Workshops Sessões presenciais e online sobre mitogeografia, leitura do território e escrita de lugar desenvolvidas para bibliotecas, casas de cultura, centros interpretativos e público geral.
Artigos e Ensaios — Substack Textos literários, filosóficos ou jornalísticos sobre território e identidade, divindades pré-romanas, lendas, paisagens e cultura ibérica.
O Arquétipo da Serpente - Ebook em formato Notion e PDF.
Sobre Mim
Sou jornalista, escritora, investigadora.
Vivo entre o mar e as montanhas no litoral norte de Portugal, a menos de uma hora da Galiza.
O facto de ter morado em várias regiões e não ter raízes locais, permitiu-me desenvolver uma capacidade diferente de observar.
No norte, encantei-me pela beleza da paisagem, pelos mitos e lendas ancestrais, descobri o fascínio de percorrer um castro galaico, ou a emoção arrebatadora de contemplar, do alto de um promontório,
um horizonte infinito, sempre azul.